Neste final de semana, após ter exposto neste blog, um pouco da minha indignação a respeito do que está acontecendo com nosso Brasil, ao ler o Artigo Poucos amigos, de J.R. Guzzo, na revista VEJA, uma lembrança feliz, me veio à mente.
Lembrei-me de meu pai, que depois de um dia inteiro arando a terra sob um sol escaldante, à noite reunia todos seus sete filhos em volta da mesa, e sob a luz de um lampião a querosene lia as fabulas de Esopo, La Fontaine, entre outras.
A diferença daqueles, para os dias de hoje, vejo em minha própria casa onde só dois de meus quatro netos gostam da leitura, ainda que meus filhos tiveram incentivos de sobra de minha parte.
"Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se...quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo serão dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando o café da manhã na cama...Quanto menos se lê, menos idéias são mantidas em circulação...menos espaço para discordância, pouca alternativa para a fiscalização dos atos do governo", diz Guzzo em seu texto.
Lembrei-me de meu pai, que depois de um dia inteiro arando a terra sob um sol escaldante, à noite reunia todos seus sete filhos em volta da mesa, e sob a luz de um lampião a querosene lia as fabulas de Esopo, La Fontaine, entre outras.
A diferença daqueles, para os dias de hoje, vejo em minha própria casa onde só dois de meus quatro netos gostam da leitura, ainda que meus filhos tiveram incentivos de sobra de minha parte.
"Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se...quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo serão dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando o café da manhã na cama...Quanto menos se lê, menos idéias são mantidas em circulação...menos espaço para discordância, pouca alternativa para a fiscalização dos atos do governo", diz Guzzo em seu texto.
